SANTO ANTÔNIO

Endereço: Rua da União, Nº 32, Ilhinha – São Francisco
Telefone: 3227-7847
Horário da Missa: Todos os sábados às 19 horas
Padroeiro: Santo Antônio

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Data do Festejo: 10 a 13 de junho

Histórico: Comunidade nascida da luta de homens e mulheres, por melhores condições de vida para suas famílias. Da ocupação na década de 70 às conquistas de direitos fundamentais como água, energia, escola, posto de saúde e a Capela de Santo Antônio. Desde o início, a Igreja esteve presente, lado a lado, em todas as lutas e conquistas da comunidade. Conheça a saga da comunidade Santo Antônio – Ilhinha, os pioneiros e os seus colaboradores.
Por que a denominação Ilhinha?

Porque durante a ocupação, as poucas pessoas que no início habitavam o local enfrentavam o problema das enchentes das marés e para se deslocar as pessoas utilizavam embarcações como meio de transporte.

Quando começou a ocupação da Ilhinha?

Nos anos 1970 a 1975, as primeiras pessoas começaram a chegar nas áreas já ocupadas. No início, as casas que foram feitas, com tanto sacrifício, foram derrubadas por policiais, com motosserras. Existia a parte da campina (campo), que era extensa e sem árvores, e a parte da salina, lugares onde houve maior resistência por parte dos moradores que voltavam para o local e recomeçavam a fazer suas casas e reconstruir a sua história. O chão era de areia salgada e a única rua que existia era a Rua da União, que atualmente é a principal rua e está na frente da igreja. Com o passar do tempo, outras ruas foram surgindo.

E os postes?

Os postes de iluminação pública foram trazidos pelos primeiros moradores da Rua União. Existe uma lenda do poste que diz o seguinte: “Os moradores atravessaram o Igarapé da Jansen com os postes até a Rua da União, nadando”.

E a água?

Os moradores enfrentaram também dificuldades com relação à água, que era muito difícil de encontrar, com qualidade. Os moradores chegaram a fazer poços para atender às necessidades da comunidade. Homens, mulheres, jovens e crianças iam buscar água no São Francisco, nas Ruas 6, 7 e outras. Uma comissão de 25 pessoas da comunidade foi formada para tratar do assunto, com o então Governador Edson Lobão. O mesmo disse que ia colocar um chafariz, e um membro da comunidade chamado Jenilson manifestou-se contra, lembrando que esse chafariz não resolveria o problema.
Outra comissão composta por Jenilson, Raimundo Fonseca, José Joaquim e Laurenide (já falecida) foi à SETOP pedir a doação de carradas de entulho para tentar minimizar os problemas causados pelas constantes enchentes.

E as pontes?

João Everton, conhecido com João Barbudo, doutor Dalmir e outros moradores contribuíram muito com a comunidade em relação às pontes.

O asfalto

Frei Carmine Castiglione, Irmã Águeda, o vereador José Joaquim, José Francisco e a advogada Leila contribuíram ajudando a comunidade no seu desenvolvimento, providenciando o asfalto.

Igreja Santo Antônio

Local onde as pessoas se reuniam para juntos discutir as dificuldades da comunidade e levá-las às autoridades para resolverem os problemas. Um restante de terreno de Frei Antonio Sinibaldi, onde na época funcionava a Escolinha de Frei Antonio, depois a Associação de Moradores, hoje é a IGREJA DE SANTO ANTÔNIO, local onde o povo da Ilhinha se reunia e ainda se reúne para lutar e louvar a Deus pelas conquistas e desenvolvimento da comunidade.

Pessoas que se destacaram na história da comunidade

Frei Antonio Sinibaldi – contribuiu com uma escolinha, onde depois se construiu a capela.
Frei Carmini Castiglione – foi o pai da comunidade
Frei Admir – foi o animador espiritual da comunidade
Frei Cruz – foi um missionário com muito discernimento, que contribuiu com a comunidade.
Irmã Águida Brodeur – foi a mãe da comunidade que, com muita alegria, força e coragem, colocou-se a serviço de todos.
Osmarina Santos Pimenta – contribuiu com trabalho de costura, fazendo também parte do conselho.
Marinalva E. dos Santos – fez parte da liturgia e participou de grandes eventos da comunidade.
Maria Augusta L. Serafim – cedia sua casa para encontros missionários. Hoje é missionária.
Marta de Sá – foi tesoureira do conselho da comunidade.


Lino Oreano e Maria Benedita Pinheiro – casal que se dedicou e persevera, até hoje, pela comunidade.
Socorro Basto – traz informações sobre saúde e faz palestras de orientação para a comunidade.
Maria de Jesus Martins – foi dizimista e também uma pessoa que lutou, com seu irmão Antonio, em algumas conquistas em benefício da comunidade.
Adriana Mendonça – foi uma das secretárias da comunidade, coordenando o grupo de jovens e catequisando as crianças da comunidade.
Carlos Magno – foi coordenador do grupo de jovens, contribuindo com a juventude da comunidade.
Itapuã e Maria – fizeram parte do conselho.

Maria de Jesus Sousa – foi tesoureira da comunidade.

Raimundo Trindade – deu grande contribuição para a construção da capela, com sua mão de obra e orientação.
Lilita Mendes – “Santas Missões” foram momentos muito importantes na sua vida, a partir do que passou a fazer parte da liturgia e catequese.
Dedé e Raimundo – casal engajado também com movimento das Santas Missões.
Joanice Pereira – foi catequista e coordenadora da catequese.
Joana Paula Sousa – foi uma das dizimistas da comunidade.
Marciano Trindade – com o seu transporte de tração animal, colaborou em buscar e deixar os assentos, que eram emprestados pela comunidade, para que as pessoas pudessem se acomodar.

Laurineide – agente de saúde, tesoureira da comunidade, ajudou a fundar a comunidade e contribuiu no seu desenvolvimento físico e espiritual. Sua família sempre presente na Igreja. Era uma pessoa de muita fé, sempre disposta a ajudar e estimular as pessoas, por isso a comunidade sente a sua falta.

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Pesquisa realizada pela Pascom junto à comunidade Santo Antonio – Ilhinha, dentro do Projeto OFICINA DE VALORES, com entrega do Prêmio Antena de Ouro (setembro/2001).

Hoje, outras pessoas também se encontram engajadas nas atividades da Igreja e da comunidade, dando continuidade, com muita dignidade, ao trabalho iniciado pelos pioneiros. Alguns problemas permanecem, novas situações, como a violência e consumo de drogas, são um desafio para a comunidade, que continua a luta, com o compromisso de assegurar dias melhores, com a graça de Deus, para os jovens e crianças, futuros cidadãos da comunidade Santo Antônio – Ilhinha). O presidente atual do conselho é o eterno jovem Marcelo Trindade Azevedo.lta.

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