Procissão marcante no Domingo de Ramos abre a Semana Santa na Paróquia

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Uma bela procissão de Domingo de Ramos saindo da Comunidade Santa Luzia para a Igreja Matriz marcou a abertura da Semana Santa na Paróquia São Francisco de Assis, culminando com a missa solene celebrada pelo pároco Frei Valdo Nogueira na manhã de domingo (25/03/2018). A procissão teve três paradas com interessantes encenações apresentadas pela Comunidade Nossa Senhora de Fátima (Buriti) sobre o tema da Campanha da Fraternidade, a superação da violência. A cor litúrgica do dia foi o vermelho, lembrando o sangue derramado por Jesus Cristo em sua Paixão.


Na concentração na Igreja de Santa Luzia, foi proclamado o Evangelho da entrada triunfal (Marcos 11,1-10) destacando o trecho inicial "Quando se aproximaram de Jerusalém, na altura de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, dizendo: 'Ide até o povoado que está em frente, e logo que ali entrardes, encontrareis amarrado um jumentinho que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui! Se alguém disser: 'Por que fazeis isso?', dizei: 'O Senhor precisa dele, mas logo o mandará de volta'.' Eles foram e encontraram um jumentinho amarrado junto de uma porta, do lado de fora, na rua, e o desamarraram". A seguir foi feita a bênção dos ramos com aspersão.
Na missa na Matriz, após o comentário inicial e a oração da coleta, foi proclamada a Primeira Leitura (Isaías 50,4-7) enfatizando o trecho intermediário "O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas". Na sequência foi cantado um trecho do Salmo responsorial 21 com o refrão coletivo "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?" e a terceira estrofe "Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe,
ó minha força, vinde logo em meu socorro!".
Na Segunda Leitura (Filipenses 2,6-11), a Carta de São Paulo exorta: "Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda lingua proclame : 'Jesus Cristo é o Senhor', para a glória de Deus Pai". Então foi narrado o Evangelho longo da Paixão do Senhor (Marcos 14,1-15,47) com destaque para a passagem crucial: "Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte: 'Eli, Eli, lamá sabactâni?', que quer dizer: 'Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?' Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram: 'Vejam, ele está chamando Elias!' Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara
e lhe deu de beber, dizendo: 'Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz.' Então Jesus deu um forte grito e expirou".
Depois da homilia do celebrante, da profissão de fé, da leitura das preces da assembleia e do Ofertório com a Coleta Nacional da Solidariedade destinada às obras sociais da CF-2018, Frei Valdo proclamou a Oração Eucarística, foi cantado o Santo, foram rezados o Pai-Nosso, a Oração pela Paz e cantado o Cordeiro, daí chegou o momento principal da distribuição da Sagrada Comunhão aos muitos fiéis presentes, seguida da reflexão pós-comunhão com música, dos avisos da comunidade e da bênção final.
No fim da tarde, o pároco presidiu também a celebração do Domingo de Ramos na Igreja da Comunidade Jesus o Bom Pastor, no Renascença I.